Está em São Paulo para a SP-Arte? ARTEQUEACONTECE selecionou os melhores stands da feira, com artistas e obras imperdíveis!

O Pavilhão da Bienal, localizado dentro do Parque Ibirapuera, abriga a SP-Arte desde sua primeira edição. O Portão 3 é o melhor ponto de acesso ao parque para quem chega de carro – basta seguir a sinalização. No entanto, o número de vagas é limitado, então recomendamos que você vá de táxi ou use apps de transporte. Chegando ao pavilhão, há duas entradas e duas bilheterias, no acesso ao 1o. piso e no térreo. Para evitar filas, você pode adquirir seu ingresso antecipadamente pela internet!

Começando pelo 1o. piso, 21 galerias ocupam o espaço com obras mais históricas ou do mercado secundário, incluindo nomes icônicos como Tarsila do Amaral, Volpi, Fabio Mauri, Carlos Cruz-Diez e Roy Lichtenstein. Não perca na Galeria Frente, stand G1, as obras de Frans Krajcberg, artista polonês radicado no Brasil e falecido no final de 2017. Outro destaque é a presença de Rubem Valentim no stand G6, da galeria Paulo Darzé, de Salvador – o falecido artista baiano ganhará uma grande exposição no MASP, em agosto desse ano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Subindo ao 2o. piso, não deixe de passar pelo stand J4, da italiana Galeria Continua: grandes nomes da arte mundial se reúnem nessa edição, entre eles Ai Wei Wei (polêmico artista chinês cuja produção é extensamente crítica e política), Michelangelo Pistoletto (um dos precursores da Arte Povera) e Daniel Buren (artista conceitual francês conhecidos pelas interferências arquitetônicas com marcantes listras coloridas). Vale também uma visita à David Zwirner (J7), que tem presença em Nova York e Londres, com a incrível obra de Wolfgang Tillmans – o fotógrafo alemão, ganhador do Turner Prize, é um dos mais ousados artistas a esgarçar os limites da fotografia, explorando principalmente a luz como assunto e matéria.

Entre as brasileiras, a Galeria Millan (K2) traz diversas obras de Tunga, místicas e mágicas composições que articulam peças de ferro, vidro e cerâmica, imãs, fios de cobre, tecidos e corpos. No stand L1, a Galeria Estação apresenta obras de Véio, que atualmente também conta com uma grande retrospectiva no Itaú Cultural.

Ainda no 2o. piso, o setor Repertório, curado por Jacopo Crivelli Visconti, é dedicado a trabalhos produzidos durante a década de 1980. Um dos stands mais interessantes é o da Baró Galeria (RP12), apresentando obras de Almandrade. Outro highlight é o trabalho de Christian Boltanski – as obras do grande artista francês misturam referências de sua vida pessoal, de narrativas fictícias e de elementos da arquitetura, e podem ser vistas no stand RP4, da galeria Marian Goodman.

Por fim, descendo ao térreo, a terceira iteração do Setor Solo apresenta projetos focados em um único artista, com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas. É obrigatória a visita ao stand SL16, da Zucker Art Books, fundada em Nova York em 1939 para produzir e difundir livros de artista. Neste ano a editora/galeria apresenta trabalhos impressos do suíço Dieter Roth. Outro ponto alto do setor é a obra de Pedro Wirz, que é apresentado pela Blank, da Cidade do Cabo.

Confira aqui a programação completa da feira e aproveite a semana mais vibrante do circuito artístico de São Paulo!

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