5 exposições para ver agora na Basileia e arredores

Confira cinco mostras imperdíveis para visitar durante a semana da Art Basel na cidade da Basileia, na Suíça; de coletiva de importantes artistas mulheres a uma individual de Camille Pissarro

Tempo de leitura estimado: 4 minutos

Tacita Dean: Antigone, no Kunstmuseum Basel | Gegenwart
Até 9 de janeiro de 2022

Considerada a obra mais complexa da artista britânica Tacita Dean, a obra que dá o nome à mostra é Antigone, um filme 35mm anamórfico de uma hora composto por fotografias, desenhos, fotogravuras e outros filmes. Ele está sendo exibido em exposição da artista no espaço Gegenwart, do Kunstmuseum Basel. Também são apresentados trabalhos da artista que se relacionam com o filme, além de um desenho recente em grande escala. São exibidos também curtas-metragens de 16 mm: Ear on a Worm (2017),  A Cloud makes itself  (2020) e Providence (2018). Além disso, está sendo mostrada pela primeira vez uma nova série de litografias desenhadas à mão, chamada LA Magic Hour (2019-2021). A curadoria da exposição é de Heidi Naef e Isabel Friedli.

Matthew Barney e Jonathan Bepler: Catasterism in Three Movements, na Schaulager.
Até 25 de setembro

Vista da performance Catasterism in Three Movements.

Durante a Art Basel deste ano, Schaulager apresenta Catasterism in Three Movements, uma nova obra de Jonathan Bepler e Matthew Barney. A performance inclui uma nova composição sinfônica de Jonathan Bepler, a ser apresentada como estréia pela Basel Sinfonietta, conduzida por Jack Sheen, enquanto Matthew Barney colaborou com os dançarinos K.J. Holmes e Sandra Lamouche na nova coreografia. Holmes e Lamouche vão repetir e expandir seus papéis no recente filme de Barney, Redoubt (2018). A performance de três atos acontecerá no Schaulager, onde obras de arte de Barney e do pintor americano do século 19 Albert Bierstadt estarão em exibição.

CLOSE-UP, na Fondation Beyeler.
Até 21 de janeiro de 2022

Frida Kahlo, Autorretrato con traje de terciopelo /Self-Portrait in a Velvet Dress, 1926.

Esta exposição traz obras de mulheres artistas que ocuparam posições de destaque na História da Arte Moderna de 1870 até os dias atuais. Foi no início deste período que as mulheres artistas na Europa e na América estiveram em posição de fazer suas primeiras incursões significativas no mundo profissional da arte. A mostra gira em torno de nove artistas, unidas em sua ênfase na representação da figura humana, seja no retrato, em formas muito diversas, e no autorretrato: Berthe Morisot, Mary Cassatt, Paula Modersohn-Becker, Lotte Laserstein, Frida Kahlo, Alice Neel, Marlene Dumas, Cindy Sherman e Elizabeth Peyton.

Camille Pissarro: The Studio of Modernism , no Kunstmuseum Basel | Neubau
Até 23 de janeiro de 2022

Camille Pissarro, Cueillette de pommes, 1887/1888. FOTO: DALLAS MUSEUM OF ART

A unidade Neubau do Kunstmuseum Basel, apresenta uma abrangente exposição que oferece uma visão geral da produção de Pissarro e coloca o foco em suas relações colaborativas com seus contemporâneos. Como amigo e mentor, Pissarro estava em contato próximo com artistas de várias gerações, incluindo Paul Cézanne, Claude Monet, Paul Gauguin, Edgar Degas e Mary Cassatt. Suas contínuas trocas de idéias com seus colegas podem ser consideradas um catalisador vital para os desenvolvimentos seminais na pintura da segunda metade do século XIX.

Walter De Maria: The 2000 Sculpture, na Kunsthaus Zurich
Até 22 de janeiro de 2022

Walter De Maria, The 2000 Sculpture

Em Zurique, a obra The 2000 Sculpture de Walter De Maria é apresentada no Kunsthaus Zurich. Ela é uma das maiores esculturas horizontais projetadas para serem mostradas em ambientes internos em qualquer lugar do mundo. É composto por um total de 2.000 hastes de gesso branco, cada uma com 50 cm de comprimento e 18 cm de altura. Apesar de suas dimensões idênticas, os elementos individuais são diferentes e têm cinco, sete ou nove arestas. Eles são dispostos em uma superfície de 500 metros quadrados, em um total de 20 fileiras cada uma com 100 hastes. Seu arranjo segue um ritmo específico: 5–7–9–7–5–5–7–9–7–5. O resultado é uma espécie de padrão em espinha de peixe, com as hastes parecendo se mover para perto ou para longe do observador, dependendo de onde estão. Isso cria uma tensão entre a regularidade previsível e a percepção individual que é enfatizada pela luz e pelo espaço ao redor do arranjo.

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