Fortes D’Aloia & Gabriel lança segunda versão de TRANSE

A plataforma hospedada no site da galeria visa promover um campo aberto de diálogo entre projetos independentes e galerias menores

Tempo de leitura estimado: 4 minutos
Heloísa Hariadne
Heloísa Hariadne

Em tempos de pandemia e crise mundial, o melhor a se fazer é (quem pode!) contribuir, colaborar, ajudar. Pensando nisso e de olho em movimentos artísticos independentes e muito interessantes pelo país, a galeria Forte D’Aloia Gabriel criou, em agosto de 2020, TRANSE: uma plataforma digital com o objetivo de promover e interconectar esses agentes com exposições digitais e a promoção de debates, também online. O projeto incluía a 0101 Art Platform, o auroras, a Casa do Povo, o  Olhão, o Pivô, o Projeto Vênus e as galerias Galeria Estação, Galeria Superfície e Sé Galeria.

Hoje, no dia 10 de março de 2021, será lançada a segunda edição no site da Forte D’Aloia Gabriel com uma turma nova e potente – dessa vez expandindo para além do circuito paulista – incluindo o projeto Bela Maré; o c.a.m.aChão SLZ, Hoa, Jamac, a Lanchonete<>Lanchonete, o Projeto Afro e a galeria Portas Vilaseca

A ideia é estabelecer um campo de troca aberta com uma crença em comum: só sobreviveremos se abraçarmos a multiplicidade de modelos e linguagens. Confira abaixo quem são os convidados e acesse a plataforma para acompanhar a programação! 

Galpão Bela Maré
Galpão Bela Maré
Galpão Bela Maré
Galpão Bela Maré

Bela Maré, Rio de Janeiro

Localizado em Nova Holanda, no Conjunto de Favelas da Maré, o Galpão Bela Maré promove expressões artísticas baseando- se na ideia de que a arte deve ser considerada, também, um bem público — e, portanto, acessível em todo o espaço da cidade. Apresenta o projeto de exposição coletiva Travessias e a ELÃ (Escola Livre de Artes).

Alexandre Silveira, Chão SLZ
Alexandre Silveira, Chão SLZ

Chão SLZ, São Luís do Maranhão

Localizado no Centro Histórico de São Luís do Maranhão, o Chão SLZ baseia-se na hipótese de existência de um novo terreno de atuação crítica junto à vida coletiva. Apresenta uma visão panorâmica de suas mais recentes exposições, residências e mostras de filmes, música e dança.

Lais Amaral, Hoa
Lais Amaral, Hoa

Hoa

Fundada por Igi Lola Ayedun e dedicada à arte contemporânea latino-americana, HOA combina narrativas emergentes com comunicação, exposição, arte-educação, bate-papos, residências e vendas. Apresenta uma seleção de trabalhos atualmente em exposição no seu espaço em São Paulo.

Jamac
Jamac

Jamac, São Paulo

Localizado na periferia de São Paulo, o JAMAC (Jardim Miriam Arte Clube) é um espaço cultural criado pela artista plástica Mônica Nador. Apresenta o projeto Paredes Pinturas, um conjunto aberto de pinturas murais realizadas em territórios marginalizados.

Bandeiras Coletivo VEM PRA LUTA AMADA
Bandeiras Coletivo VEM PRA LUTA AMADA

Lanchonete<>Lanchonete, Rio de Janeiro

Associação Cultural com sede na Pequena África, no centro do Rio de Janeiro, a L<>L desenvolve circunstâncias que promovem maior justiça e bem-estar social para as crianças e familiares residentes em ocupações da região. Apresenta três projetos: História por vir, Compa – Arquivo das Mulheres e Padaria Lanchonete.

Rafael Baron, Portas Vilaseca Galeria
Rafael Baron, Portas Vilaseca Galeria

Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro

Fundada por Jaime Portas Vilaseca no Rio de Janeiro, a galeria representa 22 artistas que compõem um importante recorte da produção da arte contemporânea brasileira recente em seus diferentes contextos. Apresenta um preview de Mulambö todo de ouro, exposição que inaugura sua programação anual.

Projeto Afro_Mariana Rodrigues
Mariana Rodrigues, do Projeto Afro

Projeto Afro

Plataforma digital afro-brasileira de mapeamento e difusão de artistas negros/as/es, o Projeto Afro deseja ampliar e visibilizar a produção artística de autoria negra no Brasil, sua multiplicidade, seus inter-relacionamentos e sua abrangência. Apresenta sete artistas mapeados pelo projeto.

Exposição Preliminares, no c.a.m.a.
Exposição Preliminares, no c.a.m.a.

c.a.m.a

Plataforma de colaboração criada e organizada coletivamente por jovens agentes do mercado de arte contemporânea, c.a.m.a. é um terreno para relações horizontais no circuito cultural que debate sobre a acessibilidade e transparência do meio. Apresenta a coletiva PRELIMINARES.

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